16 de Março de 2016

É estranho perder, ser abandonado, não ter retorno, parecer igual a todos os outros é tão esquisito como mendigar amor, já que o amor deve ser dado de graça, não deve ser pedido.
Ah, o amor… as vezes tão masoquista. Que louco, né? Aprendi um dia desse esse termo com alguém que me ensinou muito sobre a vida.
Masoquista =  pessoa que busca o sofrimento, a humilhação, ou que neles se compraz (cede por vontade própria).
Creio que todo mundo que já amou sozinho, mesmo não estando só,  e ser assim é algo comum, mas não deveria ser.
Ser masoquista em um relacionamento ( e não estou falando de sexo) é um caminho doído, e muitas vezes da perdição – como um vício em drogas; se sabe que é ruim, mas não consegue largar – e some o amor próprio, o orgulho, a falta de vergonha na cara. É duro ler isso, mas escrevo para que eu também possa ler e entender de uma vez que todas que um relacionamento é feito por um querer de dois buscando ser um só, sem sofrimento, sem humilhação e cedendo de forma equilibrada.

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