11 de Novembro de 2019


Existem muito mais cores no oceano da vida do que podemos imaginar. Ele é enorme, profundo e colorido. Quando escolhemos algo para nos representar, algo que nos identificamos, olhamos para isso como forma de olhar para dentro de nós mesmos. Olhamos para o nosso eu exterior, representado nas mais diversas formas, como olhamos para a nossa alma colorida e multifacetada – porque fomos criamos para exercer a resiliência e o amor em todas as situações. Quando saímos da caixa podemos olhar o mundo com os olhos de Deus, aquele olhar múltiplo de quem tudo vê, tudo sabe, mas com a curiosidade peculiar de querer ouvir o ponto de vista de cada um dos seres vivos. Assim é aprender a viver. Descobrir que apesar da bagagem que carregamos das vivências das nossas vidas sempre há mais a descobrir de algo que já se viu. Que um mesmo lugar visitado muitas vezes traz experiências distintas. Que a capacidade de amar supera as dores e os dissabores da vida. E que a vida é para ser vivida como uma bela história cheia de cores e por vezes páginas em branco. Nem sempre temos disposição para caminhar ou conhecer coisas novas. Nos permitir ficar no mesmo lugar, imóvel, também é conhecer a capacidade de resistir. Tudo é aprendizado. Absolutamente t-u-d-o. Quando começamos a entender isso aprendemos que mesmo se, por ventura, estivermos presos (ainda) a alguma situação somos capazes de voar.

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